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Ciência e Tecnologia - 06/09/2008 - 10h12

Físicos brasileiros participam do primeiro teste no maior acelerador de partículas do mundo




Por CPNq

"Pela primeira vez na história da ciência um próton se chocará com outro próton no maior acelerador de partículas do mundo: o LHC, que vai inaugurar uma nova era, varrendo quase toda a Física Experimental das Interações Fundamentais da natureza", declarou o físico brasileiro Alberto Santoro, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. O entusiasmo do pesquisador reflete a empolgação de físicos de vários países que estão fazendo a contagem regressiva para o funcionamento do Large Hadron Collider (LHC), o acelerador de partículas construído no Centro Europeu de Física de Partículas (CERN).

A data de inauguração do acelerador foi marcada para 21 de outubro, com a presença de presidentes e ministros de Estado da Europa e de outros países que participaram da experiência, mas no dia 10 de setembro acontecerá o primeiro choque de prótons. "É um momento de grande excitação no mundo da ciência e as expectativas estão presentes em cada cientista que participa desta nova era inaugurada pelo LHC no início deste Século XXI", completou o físico brasileiro. 

Construído durante duas décadas, com a colaboração e o compartilhamento do conhecimento de cientistas de 181 institutos de pesquisas de diversos países, o LHC é um instrumento científico de última geração. Trata-se, basicamente, de um acelerador de prótons com 27 km de comprimento, situado a 100 metros abaixo da terra, numa região localizada entre a França e a Suíça.

O LHC é formado por mais quatro experimentos: ALICE (A Large Íon Collider Experiment), LHCb (LHC Beauty), ATLAS (A Toroidal LHC Apparatus), e CMS (Compact Muon Solenoid). O principal objetivo dos experimentos é investigar o infinitamente pequeno e também o infinitamente grande. "Embora ainda estejamos muito longe da suposta grande explosão que teria dado origem ao Universo que conhecemos, estamos dando mais um passo importante no caminho de aproximação de algumas das condições de então, ao realizarmos experiências nas energias do LHC", disse Santoro na expectativa de muitas surpresas e nas possibilidades geradas pelo acelerador para aumentar o conhecimento da natureza.

 

Apoio do CNPq

"O Brasil não está fora desta nova era da ciência", declarou Alberto Santoro, que é coordenador do grupo da UERJ no Compact Muon Solenoid LHC/CERN. Os físicos brasileiros, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), estão envolvidos nos quatro experimentos desde a década de 1990. "O CNPq apóia a participação de pesquisadores brasileiros nos experimentos do CERN entendendo que eles contribuem para o avanço da ciência e para a formação de cientistas de alto nível. Por exemplo, de 1999 a 2004, a agência pagou 100 mil francos suíços por ano para a construção do equipamento referente ao experimento ATLAS. Foram ao todo R$ 1,2 milhão. Além disso, temos apoiado os grupos de pesquisa que participam dessa colaboração oferecendo bolsas para Doutorado Sanduíche com duração ampliada para dois anos", disse o diretor de Programas Horizontais e Instrumentais do CNPq, José Roberto Drugowich.

A participação dos brasileiros envolve pesquisadores, professores, estudantes de universidades e institutos de pesquisa do Brasil. Atualmente, o grupo de física nuclear da USP participa do experimento ALICE, os físicos e engenheiros do CBPF e UFRJ, do LHCb, os grupos da UFRJ e COPPE, do CMS, e os grupos do CBPF, UERJ, UNESP, UFRGS e CEFET, do ATLAS. 

 

Conhecendo o CERN

O CERN é um laboratório internacional que reúne Pesquisa, Educação e Tecnologia de forma integrada. Na educação são realizados estágios para estudantes de todos os níveis, escolas de verão e outras atividades que complementam a Escola e dão início à profissionalização do estudante. Na área da tecnologia, várias metodologias são desenvolvidas para que o conhecimento novo adquirido retorne à sociedade, transformado em produto comercial. "Isto quer dizer que é absolutamente necessário manter estas três vertentes para manter a qualidade da pesquisa fundamental", disse o físico Santoro.

Para assegurar a participação de pesquisadores brasileiros nos projetos e programas de pesquisa em desenvolvimento no CERN, o CNPq assinou um convênio de cooperação com o centro em setembro de 2006. O convênio prevê a participação de pesquisadores brasileiros nos quatro experimentos e no projeto de banco de dados e rede de processamento do LHC, por meio da assinatura de protocolos específicos. Os últimos protocolos foram assinados em maio de 2008 para participação de pesquisadores vinculados a institutos e universidades brasileiras participarem dos experimentos do CERN e para participação e treinamento de estudantes brasileiros.

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Comentários
Luzikelly de Oliveira, em 09/10/2009 - 16h16

Todos os fisicos brasileiros participaram pela primeira vez do teste acelerador de particulas do mundo.

Messias, em 13/09/2008 - 04h08

Acho que não devem "mexer" cum issu...rs Mas mesmo que o mundo acabe vai levar 1 segundo,ninguem vai sofrer... é um bom fim para nossa estinçao ha!ha!ha!!!!

Roberto Luiz Silva, em 12/09/2008 - 22h23

Parabéns pela reportagem, parabéns aos cientistas, aos físicos e químicos e, parabéns à humanidade.., mas..., mais do que tudo e todos Parabéns ao Deus Vivo em Cristo Jesus e a natureza que Ele Criou; acredito que gostamos muito mais destes assuntos e fatos do que dar de comer a quem tem fome ou pararmos todos com o consumismo mundial, eu mesmo estou super estasiado com este assunto.., mas tenho certeza que não será o suficiente para explicar: ...No princípio criou Deus os céus e a terra( Gn 1:1 ), ou...: os universos/mundos foram formados pela palavra de Deus, de maneiras que as coisas visíveis foram/são feitas das que não se vêem..(Hb 11:3)..e ainda: ...visto que o que de Deus se pode conhecer, neles ( em nós...) se manifesta, porque Deus lhes manifestou. Pois os atributos invísiveis de Deus, desde a criação do universo, tanto o seu eterno poder, quanto a sua divindade, se entendem e claramente se vêem pelas coisas que foram criadas, de modo que eles são inescusáveis....; tudo.., exatamente tudo o que acontecer é porque Deus permitiu ( devido à nossos atos...) ou porque Deus mandou...; ...os céus passarâo com grande estrondo.., e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há, serão descobertas....no tempo de Deus ( 2Pe 3:10..), sejam os átomos, prótons, elétrons, neutrôns, mésons pi, quarks, Bóson de Higgs, hádrons, em LHC, Tevatron, Ciclotron ou no IPEN-BR só descobriremos ou desenvolveremos o que o CRIADOR permitir..... P.S.: " O amor é a partícula mais poderosa ..."

Joelmir Htsmout, em 12/09/2008 - 21h53

Olha, confesso que estou assustado com essa novidade. Concordo com o comentário de Gerard Chagas. Vivemos bem até hoje sem essa explicação dos cientistas, sem essa comprovação de como surgiu a terra e tudo mais. Sou fã da astrologia, física, gosto e tals. Mas há muito o que pesquisar para que nós vivamos mais próximos das técnologias de últimas gerações. Esse LHC, não tem proveito nenhum. A maioria das pessoas querem saber de viver, ser feliz. Não nos interessa teorias astrológicas e físicas. Há muitas outras coisas a nos preocupar. Estamos expostos aos riscos do aquecimento global, efeito estufa, ausência de água potável no planeta e pa piorar, teremos que nos preocupar agora com esse LHC que compromete com a vida de todos os seres viventes do planeta TERRA. Dica: Por que ao invés dessa pesquisa sem proveitos, não se esforcem para desenvolver algo que diminua o índice de criminaliade NO MUNDO, FOME, MISÉRIA, DESIGUALDADE SOCIAL. MORAL: SOU CONTRAE ACREDITOS QUE MILHÔES, talvez BILHÕES de pessoas sejam contra também.

Rafael Faierstein, em 12/09/2008 - 09h58

A criação de um mini buraco-negro e posteriormente causar a destruição da Terra, pode sim acontecer. Quando o "Bóson de Higs" for liberado do interior do próton, devido ao choque, poderá acontecer u fenômeno temido por todos os cientistas, mas eles descartam essa possibilidade, talvez para não criar pânico em todo mundo. Sinceramente, estou recioso com o decorente fato, mas, agora, depois do primeiro esperimento, que aconteceu no dia 10 de Setembro, estou mais tranqüilo. Mesmo com o risco, será de grande importância para a Física, finalmente descobriremos como surgiu a matéria no universo, poderemos afirmar com certeza sobre a origem da vida, não só na Terra, mas em todo o universo.

Gérard Chagas, em 11/09/2008 - 22h29

Eu acho que isso não irá funcionar e tomara que não funcione... Cara imaginem se isso explodir o mundo, em cada 10 coisas que o ser humano cria 1 nos beneficia e 9 nos prejudica. Eu estou assustado com isso tudo, imagine quantas pessoas irão morrer por causa disso, se nós vivemos até hoje sem essa "teoria do big bang" porque temos que fazer isso logo agora. Quanto dinheiro gasto nisso, e isso não irá alimentar ninguém, não irá acabar com a violência no mundo, talvez causando guerras com o LHC e se descobrirem como explodir algo através do LHC? Imagina as guerras... Esse dinheiro investido poderia ser investido em coisas muito mais proveitosas não estou dizendo que não é proveitoso, mas se não tivesse nada à fazer com esse dinheiro poderiam até fazer, mas com tanta coisa a fazer... E o Brasil passando por uma baita crise sócio-econômica e ele vai lá gastar dinheiro que talvez nem tenha!

veronica , em 11/09/2008 - 12h34

gostaria de sabe qual o objetivo de vcs ao criar essa maquina????

Robson A. Moura, em 09/09/2008 - 22h02

Gostaria de saber se esse experimento não poderia criar um mini buraco negro, que venhaa se expandir e destruir a terra...

Denilson, em 08/09/2008 - 15h11

Acompanho noticias sobre esse projeto a algum tempo,gostaria de estar lá, para parcicipar desse momento Histórico.Pena que não será possivel.

 
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