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O Estado do Pantanal - 15/04/2009 - 08h05

MS passa a contar com “navio-hospital” da Marinha para atender às famílias ribeirinhas




Divulgação

Por Mariangela Yule de Queiroz

Em audiência no dia 2 com o governador André Puccinelli, o comandante do 6º Distrito Naval de Ladário, contra-almirante Edlander Santos, informou que Mato Grosso do Sul passou a contar com um navio específico da Marinha para prestar atendimento médico às famílias ribeirinhas do Pantanal. Trata-se do Navio de Assistência Hospitalar Tenente Maximiano (Nash): “Estamos esperando o nível do Rio Paraguai subir para realizarmos o primeiro atendimento às famílias. A missão provavelmente será realizada em maio”, informou o comandante.

Durante a audiência, o governador André Puccinelli atendeu o pedido da Marinha, comprometendo-se, por meio da Secretaria Estadual de Saúde, a fornecer os medicamentos que forem necessários para atender às famílias ribeirinhas. A secretária Beatriz Dobaschi participou da reunião para agilizar os procedimentos que forem necessários para dar suporte à assistência hospitalar que será realizada por meio do navio da Marinha.

“Tenho muito a agradecer às Forças Armadas. Quando fui prefeito de Campo Grande, a Aeronáutica e o Exército prestaram grande auxílio no combate à dengue. Essa ação da Marinha, somada com nossas ações assistenciais, buscam garantir atendimento àqueles que vivem isolados no Pantanal”, ressaltou o governador. André Puccinelli sugeriu que a Marinha, durante a missão, além das famílias ribeirinhas, dê atenção especial à comunidade indígena dos Guatós.

O navio

O Navio de Assistência Hospitalar “Tenente Maximiano” é equipado para realizar assistência médico-hospitalar, odontológica e sanitária às populações ribeirinhas da região do Pantanal do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, às margens do Rio Paraguai.

O NAsH também pode ser utilizado para atender às necessidades de apoio logístico durante os deslocamentos das tropas e dos navios que realizam operações na faixa de fronteira; contribuir com a patrulha naval; realizar operações de socorro e atividades de defesa civil; auxiliar na implementação e fiscalização do cumprimento de leis e regulamentos em coordenação com outros órgãos do Poder Executivo Federal e Estadual, e ainda, fazer o recebimento e tratamento de baixas em operações ribeirinhas. A incorporação do navio representa um significativo incremento para a Estrutura Nacional de Defesa na região Centro-Oeste.

A embarcação conta com centro cirúrgico, enfermaria, sala de esterilização, sala de expurgo, farmácia, laboratório, consultório médico, consultórios odontológicos e compartimento equipado com aparelho de raios-X.

O Navio de Assistência Hospitalar "Tenente Maximiano”, leva o nome de um pernambucano natural da cidade de Bom Conselho, que viveu grande parte de sua vida na região do Pantanal, onde prestou serviços relevantes à nação, no período em que serviu a Marinha do Brasil no Distrito Naval de Ladário.

Ele ingressou na Marinha do Brasil em 1913, como voluntário, aos 20 anos. Durante a extensa carreira militar, participou das duas Guerras Mundiais, onde demonstrou extrema bravura sob situações limite, o que o levou a ser condecorado com a “Cruz de Campanha”, pela participação na 1ª Guerra, e com a “Medalha de Serviços de Guerra com duas estrelas” pela 2ª Guerra. Esteve também presente na Revolução Constitucionalista de 1932 e na repressão à Intentona Comunista em 1937. O Tenente Maximiano morreu em abril de 2006, aos 113 anos.

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